Saúde mental é uma questão de qualidade de vida

Share Button


Olá meninas,

Hoje falaremos sobre um assunto sério, que merece toda a nossa atenção. Devido ao grande stress emocional que a civilização trouxe para as nossas vidas, adquirimos algumas doenças emocionais como, depressão, síndrome do pânico, transtornos mentais, dependência química  entre outras. Saúde mental é uma questão de qualidade de vida, e como nossas leitoras são mulheres guerreiras e podem estar diante de tal situação, um pouco de informação pode ajudar. Nosso site tem como objetivo informar sobre tudo do universo feminino e hoje o assunto a ser considerado é Saúde mental, bem estar e vida saudável, pois daremos dicas de como levar uma vida com mais qualidade, com dicas de simples e práticas para tal objetivo. Fique por dentro!

Quebrando de preconceito e paradigma:

Durante muito tempo foi necessário muita luta e discussão para se chegar ao início da quebra de preconceitos e paradigma. No entanto foi lançado um livro chamado Loucos pela vida que fala exatamente da trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil. Os autores foram Amarante e colaboradores e foi lançado em (1995). Foi no V Congresso Brasileiro de Psiquiatria, de 1978, que começaram a abrir as discussões política sobre a Saúde Mental no Brasil, suas reformas e seus tratamentos. Vivemos numa era em que se fala muito em exclusão, nossos pacientes psiquiátricos precisam ser pesquisados, entendidos e tratados dignamente pelos seus familiares e sociedade!! Nesse mesmo ano (1995) Destacaram-se o I Congresso Brasileiro de Psicanálise de Grupos e Instituições, , entre eles estiveram alguns autores de renome da Reforma Psiquiátrica: Franco Basaglia, Felix Guattari, Robert Castel e Erving Goffman.

O papel da Família segundo (Manual do Cuidador- Dr Mario Louzã Neto)

É essencial que os familiares saibam lidar com situações estressantes, evitando comentários críticos ao paciente ou se tornando exageradamente super protetores, dois fatores que reconhecidamente provocam recaídas. Os familiares precisam saber dosar o grau de exigência em relação ao doente, evitando exigir mais do que ele pode fazer, mas sem deixá-lo abandonado, sem participação na vida familiar. Conhecendo bem a doença, os familiares podem atuar em parceria com o médico ou outros profissionais que assistem o paciente.
O importante é pensar na integração pessoal e melhora na qualidade de vida proporcionada pelo convívio com outras pessoas e pela participação do doente nas várias atividades da sociedade. É comum surgir entre os familiares sentimentos como ódio e culpa e a ideia de que teriam feito alguma coisa errada na criação do paciente que levou à manifestação da doença. Os pais principalmente, se perguntam: “por que isso aconteceu justamente com o meu filho?” Também não é raro que a família acredite que precise esconder a doença por vergonha. A psicoterapia pode ajudar a família a aceitar a realidade e colaborar com o médico.
Tanto a família quanto o médico precisam primeiramente conquistar a confiança do familiar
A recuperação de um portador de problemas Psicológicos é um trabalho de longo prazo, com processo lento e gradual. No entanto combinando-se várias abordagens de tratamento, o resultado em geral é bastante satisfatório.
O papel da família é fundamental, porque o portador de problemas Psicológicos em geral não percebe que aquilo que acontece com ele é decorrente de uma doença. Para o doente, os sintomas são normais. Dizer ao familiar que ele é doente não resolve. Pelo contrário isso só aumenta a resistência ao tratamento. Tanto a família quanto o médico precisam primeiramente conquistar a confiança do familiar. É importante mostrar-lhe o quanto ele está sofrendo com os sintomas, como por exemplo a insônia ou a angústia, o que pode abrir caminho para uma aceitação de uma consulta médica.
(Manual do Cuidador- Dr Mario Louzã Neto)

Aurora Zanco

 

Share Button


Deixem seus comentários!

 

Copyright ©2013. All Rights Reserved.