Câncer Pancreático: Como Evitar Através da Alimentação

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Você sabia que as pessoas que não comem tomate ou melancia são cinco vezes mais propensas a adquirir câncer do pâncreas? Já ouviu falar que o feijão e a carne influenciam no surgimento dessa doença? Confira essa e outras dicas nesse artigo especial sobre o assunto!

Tomate e o Câncer Pancreático

Aparentemente, o licopeno é um inibidor formidável do câncer do pâncreas. Licopeno é sinônimo de tomate. O tomate é a maior fonte de licopeno da dieta alimentar norte-americana. Segundo um estudo realizado pela Johns Hopkins University, baixos níveis sangüíneos de licopeno indicam a possibilidade de desenvolvimento de câncer do pâncreas.

Os pesquisadores examinaram amostras de sangue de 26.000 pessoas, coletadas há dez anos, em busca de pistas que pudessem identificar os mais propensos ao desenvolvimento de câncer do pâncreas.

Na verdade, o sangue das vítimas de câncer mostrou uma dife­rença extraordinária em sua alimentação: baixos níveis de licopeno. O risco de câncer do pâncreas dos que apresentaram os níveis sanguíneos de licopeno mais baixos foi cinco vezes maior do que o das pessoas saudáveis com níveis mais altos de licopeno no sangue.

Inicialmente, os baixos níveis de licopeno denotam baixo consumo de tomate. A melancia também é extremamente rica em licopeno, um pigmento que dá a esses alimentos a sua cor vermelha.

A amora vermelha não é uma boa fonte de licopeno, sua cor vermelha é proveniente de outra subs­tância química.

Como feijão!

Coma feijão seco no mínimo duas vezes por semana. Um estudo em larga escala demonstrou que os indivíduos que comiam legumino­sas semanalmente, inclusive soja, eram 40% menos propensos a morrer de câncer do pâncreas do que os que consumiam leguminosas menos de uma vez por semana. Paul K. Milis, coordenador do estudo, do Departamento de Medicina Preventiva da Escola de Medicina da Loma Linda University, acredita que componentes do feijão, os chamados inibidores da protease, podem ser os responsáveis. Entretanto, as leguminosas também possuem outros agentes anticancerígenos com­provados.

Reduza a carne

Os índices mais altos de câncer do pâncreas estão nas populações que consomem a maior quantidade de gordura. Mas isso pode ser provocado mais pela carne do que pela própria gordura. Estudos numerosos mostram que muita carne frita ou grelhada, bem como produtos derivados da carne de porco seca e defumada, aumen­tam as probabilidades de câncer do pâncreas.

Como foi observado anteriormente nos estudos em descendentes de colonizadores france­ses, na Louisiana, o bacon defumado, presunto, salsicha, frios e carne de porco fresca não processada elevam drasticamente as chances de câncer do pâncreas.

No Japão, o consumo de carne no mínimo uma vez ao dia aumen­tou em 50% o risco de câncer de pâncreas. Um estudo realizado na Suécia revelou que o consumo de carnes fritas e grelhadas – e não de carnes cozidas de outras formas – aumentou as chances de câncer de pâncreas. Os animais alimentados com grandes quantida­des de gordura frequentemente apresentam células pancreáticas dani­ficadas.

Carnes de má qualidade (ricas em gordura animal) além de tudo podem causar diversos problemas para a saúde, como doenças do coração, problemas de circulação como pressão alta e colesterol alto, furúnculos e outros problemas intestinais.

 Uma Laranja por Dia

Se não é a gordura da carne que estimula o câncer de pâncreas, o que poderia ser? Ninguém sabe ao certo, mas os prováveis responsá­veis são as nitrosaminas causadoras de câncer, que podem se formar a partir do nitrito de sódio usado como preservativo nas carnes defuma­das. A vitamina C ajuda a combater as nitrosaminas, o que talvez explique por que as frutas ricas em vitamina C têm um efeito preven­tivo aparentemente tão poderoso.

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